(c onbto) –
Constatação
Ergui meu edifício de mil andares num
deserto como sói acontecer no acontecer contrário dos tempos de hoje. A fim de
procurar e/ou encontrar a felicidade.
A área – plana parada, morta!? – essa
área por toda uma extensão banalmente medida metrada buscada essa nessa região
longe ou menos ainda, nela se podendo achar o fim... ah o fim no começo
melimetrada.
Usei o possível em todos recursos como
os olhos abertos estatelados, após óculos, depois binóculo e o mais mais, o
escambau; com objetivo a descobrir, achei areia em grânulos miúdos em poeira
banal, inclusive nos detalhes dos pormenores minuciosos – tudo sem base sem
explicação. Explicar! A mim bastando o encontro, que seria qual tesouro sonhado
suposto imaginado imaginando um definitivo, visto abusivo por quimera. Quimera.
Quimeras!
Ruiu quebrou-se desmontou. Sobrou
pedra? Sequer pedra sobre pedra. Sequer consolo do vento sobre vento. Não. O
vento permaneceu. E a poeira, claro. Pó. Desejo. Conclusão?
Nem a conclusão do desejo nem o desejo
do pó!
São Paulo agosto
2018