terça-feira, 21 de agosto de 2018


(c onbto) – Constatação

          Ergui meu edifício de mil andares num deserto como sói acontecer no acontecer contrário dos tempos de hoje. A fim de procurar e/ou encontrar a felicidade.
          A área – plana parada, morta!? – essa área por toda uma extensão banalmente medida metrada buscada essa nessa região longe ou menos ainda, nela se podendo achar o fim... ah o fim no começo melimetrada.
          Usei o possível em todos recursos como os olhos abertos estatelados, após óculos, depois binóculo e o mais mais, o escambau; com objetivo a descobrir, achei areia em grânulos miúdos em poeira banal, inclusive nos detalhes dos pormenores minuciosos – tudo sem base sem explicação. Explicar! A mim bastando o encontro, que seria qual tesouro sonhado suposto imaginado imaginando um definitivo, visto abusivo por quimera. Quimera.
          Quimeras!
          Ruiu quebrou-se desmontou. Sobrou pedra? Sequer pedra sobre pedra. Sequer consolo do vento sobre vento. Não. O vento permaneceu. E a poeira, claro. Pó. Desejo. Conclusão?
          Nem a conclusão do desejo nem o desejo do pó!
São Paulo   agosto  2018



(contolouco)– Estorieta em três palavras

Vamos que sejam quatro, pronto.
Era uma vez... ué! da carochinha? Tá bom, uma outra vez foi nessa... agora a forma tá boa?
Nessa ou dessa vez um apartamento se apaixonou perdidamente por uma quitinete. Ele grandalhão, bom (até prova em contrário) rico à beça, milionário bilionário atrabiliário; bem-posto apresentabilíssimo etc. e tal; tal o macho da espécie aedifium. Ela... ai ela! ela pequena, grande de boca de falar a falar pra burro, não ela: a outra quitinete vizinha briguenta e (já que estamos em estória de amor:) ciumenta pois imaginem que desejando o belo apartamento visitante da vizinha! a vizinha objeto amoroso e apaixonado, mais uma vez se insiste.
Todavia era a vez em era uma vez da quitinete mirrada e sem boca, quer dizer não abria a insultar ninguém, visto a quitinete sua vizinha sempre apelidá-la aos berros "satanás satanás satanás" três vezes por vez satanás. Quieta mansa bela, bela!? não exageremos.
A quitinete estreita e pobre, não miserável como miseráveis os da rua na sua área caídos ao chão ao frio ao limbo quem sabe. Enfim pobre sem ser paupérrima; em cinco palavras, acanhada.
A isso, isto é coisa segundo a vizinha arrelienta da quitinete magra diminuta sem tostão (e "feia" completaria a vizinha assinzinho com satanás); a isso foi a que se deu o apartamento 'trilionário' e apaixonado?
A estória se prolonga por mais de seis ou de sete palavras, de tão grande a uma estorieta em três palavrinhas.
Contudo não durou o caso de amor a eternidade; longe disto pois ambas vizinhas se amalgamaram se perdoaram e resolveram, em não encompridar mera estorieta, a viver por fim lesbicamente corretas.
Enquanto ele, o enorme e gigantesco apartamento com piscinas e suítes e demais outros bens demais ao luxo – esse rico apartamento se dispôs a morar com outro apartamentão nos jardins ou num empáire esteite qualquer. Tudo corretamente guei como exigência atual.
As três palavras prometidas, abusaram em mais de oito, pra finalizar.
São Paulo   agosto  2018

         



             

quarta-feira, 8 de agosto de 2018


para blogue

(pensamento4690) A morte não manda recados... manda sim na foma de enfermidades; e, depois, visita o local e não perdoa patifarias covardias vaidades constrangimentos. A morte executa! agosto2018